Nuances do Caos
domingo, 28 de abril de 2013
Memórias pré-póstumas de um pessimista em análise
Pode-se idealizar sonhos, mas não há como idealizar uma vida. O desejo é passageiro e a vida é condutora. A idealização é relativa e a vida é padrão. Sonhos são paixão e, a realidade, ilusão. Amor, meu bem, é o que sobrou do que não sonhou.
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